Com recorde de representantes da região, Miracema recebe competição de xadrez dos Jogos Escolares do RJ

Nos jogos escolares do RJ, o xadrez tem uma rainha – a cidade de Miracema. Dos 90 estudantes-atletas do Noroeste Fluminense que vão disputar a competição da modalidade no próximo sábado (12), 32 são do município. A competição acontece no Clube XV, a partir das 8h. O evento é uma realização da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, em parceria com a Federação de Esportes Estudantis do RJ (FEERJ).

Miracema é um grande polo do xadrez na região norte/noroeste fluminense. A cidade tem histórico de diversos títulos e conquistas nacionais e, frequentemente, é palco de campeonatos profissionais e estudantis, entre escolas públicas e particulares. Há também vários projetos voltados para a modalidade realizados em praças públicas, promovendo visibilidade e inclusão.

Graças a esse incentivo, talentos têm sido revelados, como o enxadrista Samuel Menengate, de 13 anos, atleta do projeto XEM – Xadrez Estudantil de Miracema. O jovem foi campeão sub-12 no xadrez poliesportivo em Minas Gerais, campeão sub-12 do torneio regional, no Lions Clube de Miracema e campeão do torneio 268, da cidade de Miracema. O foco agora é o Jerj.

O coordenador geral do Jerj, João Lucas Orsay, é natural de Miracema e um grande motivador do xadrez e do esporte.

“Como miracemense, é um orgulho imenso ver minha cidade ser reconhecida como um verdadeiro celeiro do xadrez na região. Miracema tem uma história rica de conquistas, títulos e um trabalho consistente, que vai das escolas às praças públicas. Aqui, o xadrez é mais do que um jogo, é ferramenta de educação, inclusão e transformação. Ver tantos jovens representando nosso município nos Jogos Escolares reforça tudo aquilo que a gente acredita e constrói no dia a dia”, disse João.

Além de troféus e medalhas, os vencedores ganham a oportunidade de representar o Rio de Janeiro no Jebs, organizado pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), e nos Jogos da Juventude, organizado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).  O projeto não tem custo para as escolas e os alunos recebem um kit participante cedido pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, que também presta apoio logístico na competição.

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