A partir da próxima segunda-feira, os preços dos medicamentos em todo o Brasil devem ser reajustados em até 5,06%, conforme aprovado pela Câmara de Regulação de Medicamentos (CMED).
Esse reajuste, que corresponde à inflação medida pelo IPCA nos últimos 12 meses, será o teto para as farmacêuticas. A resolução ainda precisa ser publicada no Diário Oficial da União, aguardando a assinatura do conselho de ministros.
Embora o aumento máximo seja de 5,06%, a média dos reajustes será de 3,83%, a menor desde 2018. O reajuste não é automático e poderá ser parcelado ao longo do ano pelas farmácias, sendo que até março de 2026, o aumento não poderá ultrapassar o teto estipulado.
O índice leva em consideração a inflação, a produtividade das indústrias, custos adicionais como o câmbio e tarifas de energia, e a concorrência no mercado. O objetivo é evitar que os preços dos medicamentos fiquem desproporcionais ao poder aquisitivo dos brasileiros.











