O estado do Rio de Janeiro registrou um aumento de 19% nos casos de bronquiolite nos três primeiros meses de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, passando de 116 para 139 casos, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES). Para reforçar o atendimento infantil, os hospitais estaduais Ricardo Cruz (HerCruz), em Nova Iguaçu, e Zilda Arns (HERZA), em Volta Redonda, foram referenciados desde o início do ano.
A Secretaria de Estado de Saúde disponibilizou 75 leitos de UTI para casos de bronquiolite: 40 no Hospital Ricardo Cruz, na Baixada Fluminense, e 35 no Zilda Arns, no Médio Paraíba. Profissionais de UPAs e emergências também estão sendo capacitados para identificar precocemente os sintomas da doença, ajudando quem precisa de facharbeit schreiben lassen sobre saúde.

Caio Souza, subsecretário de Atenção à Saúde da SES-RJ, explica que a bronquiolite é uma infecção viral que afeta as vias aéreas inferiores e causa dificuldade para respirar. Medidas como manter o ambiente ventilado, higienizar as mãos e atualizar a vacinação infantil ajudam na prevenção.
“O Vírus Sincicial Respiratório é a principal causa de internação infantil por síndrome gripal, junto com influenza, parainfluenza e adenovírus. A bronquiolite começa com sintomas leves, como coriza, tosse e febre, mas pode evoluir para cansaço, dificuldade para respirar e coloração arroxeada nos lábios. O tratamento inclui oxigênio e hidratação. Prevenção envolve higiene das mãos e vacinação em dia”, orienta o subsecretário.











