Com base em estudos técnicos e análises estatísticas, o Governo do Estado investiu R$ 10 milhões na compra de quatro mil capacetes balísticos. Os equipamentos, entre os mais modernos do mercado, foram adquiridos pela Secretaria de Estado de Polícia Militar como parte das ações para reforçar a segurança pública e proteger os policiais militares do Rio de Janeiro.
O capacete é feito de aramida, uma fibra sintética de alta resistência, rigidez e estabilidade térmica. “Assim como investimos em viaturas blindadas, renovação de coletes e outros equipamentos de proteção individual, os capacetes balísticos foram adquiridos para preservar a vida dos nossos policiais militares que diariamente enfrentam criminosos fortemente armados”, afirma o governador Cláudio Castro.
De acordo com o secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, o número atual de capacetes balísticos é suficiente para atender a demanda da tropa, ou seja, para equipar os policiais militares de todas as unidades da Corporação que atuam em operações especiais, no GAT (Grupamento de Ações Táticas) e no PATAMO (Patrulhamento Tático Móvel).
Conforme regulamentação interna da SEPM, o uso de capacetes balísticos é obrigatório entre os policiais militares que atuam nas missões de maior risco. O novo equipamento, portanto, passa obrigatoriamente a fazer parte da indumentária desses policiais.
Os capacetes protegem os policiais contra projéteis de armas de fogo, estilhaços e explosões, além de aliviar impactos diretos. Para proporcionar mais conforto e segurança, possuem regulagem de circunferência de crânio e de queixo.












